terça-feira, 29 de setembro de 2009

OMG


Passadas duas noites de maluqueira e muita bebedeira aínda me vou aguentando em pé. Hoje o ritual vai ser o mesmo, as festividades acabam na proxima quinta. Tu indica que até lá haja muitas baixas. espero nao ser uma delas. EU NÃO SOU UMA DELAS :D

viva a festividades da UTAD

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Vale apena ler


"Segunda-feira passada, a meio da tarde, faço a A-6, em direcção a Espanha e na companhia de uma amiga estrangeira; quarta-feira de manhã, refaço o mesmo percurso, em sentido inverso, rumo a Lisboa. Tanto para lá como para cá, é uma auto-estrada luxuosa e fantasma. Em contrapartida, numa breve incursão pela estrada nacional, entre Arraiolos e Borba, vamos encontrar um trânsito cerrado, composto esmagadoramente por camiões de mercadorias espanhóis. Vinda de um país onde as auto-estradas estão sempre cheias, ela está espantada com o que vê:

- É sempre assim, esta auto-estrada?
- Assim, como?
- Deserta, magnífica, sem trânsito?
- É, é sempre assim.
- Todos os dias?
- Todos, menos ao domingo, que sempre tem mais gente.
- Mas, se não há trânsito, porque a fizeram?
- Porque havia dinheiro para gastar dos Fundos Europeus, e porque diziam que o desenvolvimento era isto.
- E têm mais auto-estradas destas?
- Várias e ainda temos outras em construção: só de Lisboa para o Porto, vamos ficar com três. Entre São Paulo e o Rio de Janeiro, por exemplo, não há nenhuma: só uns quilómetros à saída de São Paulo e outros à chegada ao Rio. Nós vamos ter três entre o Porto e Lisboa: é a aposta no automóvel, na poupança de energia, nos acordos de Quioto, etc. - respondi, rindo-me.
- E, já agora, porque é que a auto-estrada está deserta e a estrada nacional está cheia de camiões?
- Porque assim não pagam portagem.
- E porque são quase todos espanhóis?
- Vêm trazer-nos comida.
- Mas vocês não têm agricultura?
- Não: a Europa paga-nos para não ter. E os nossos agricultores dizem que produzir não é rentável.
- Mas para os espanhóis é?
- Pelos vistos...
Ela ficou a pensar um pouco e voltou à carga:
- Mas porque não investem antes no comboio?
- Investimos, mas não resultou.
- Não resultou, como?
- Houve aí uns experts que gastaram uma fortuna a modernizar a linha Lisboa-Porto, com comboios pendulares e tudo, mas não resultou.
- Mas porquê?
- Olha, é assim: a maior parte do tempo, o comboio não 'pendula'; e, quando 'pendula', enjoa de morte. Não há sinal de telemóvel nem Internet, não há restaurante, há apenas um bar infecto e, de facto, o único sinal de 'modernidade' foi proibirem de fumar em qualquer espaço do comboio. Por isso, as pessoas preferem ir de carro e a companhia ferroviária do Estado perde centenas de milhões todos os anos.
- E gastaram nisso uma fortuna?
- Gastámos. E a única coisa que se conseguiu foi tirar 25 minutos às três horas e meia que demorava a viagem há cinquenta anos...
- Estás a brincar comigo!
- Não, estou a falar a sério!
- E o que fizeram a esses incompetentes?
- Nada. Ou melhor, agora vão dar-lhes uma nova oportunidade, que é encherem o país de TGV: Porto-Lisboa, Porto-Vigo, Madrid-Lisboa... e ainda há umas ameaças de fazerem outro no Algarve e outro no Centro.
- Mas que tamanho tem Portugal, de cima a baixo?
- Do ponto mais a norte ao ponto mais a sul, 561 km.
Ela ficou a olhar para mim, sem saber se era para acreditar ou não.
- Mas, ao menos, o TGV vai directo de Lisboa ao Porto?
- Não, pára em várias estações: de cima para baixo e se a memória não me falha, pára em Aveiro, para os compensar por não arrancarmos já com o TGV deles para Salamanca; depois, pára em Coimbra para não ofender o Prof. Vital Moreira, que é muito importante lá; a seguir, pára numa aldeia chamada Ota, para os compensar por não terem feito lá o novo aeroporto de Lisboa; depois, pára em Alcochete, a sul de Lisboa, onde ficará o futuro aeroporto; e, finalmente, pára em Lisboa, em duas estações.
- Como? Então o TGV vem do Norte, ultrapassa Lisboa pelo sul, e depois volta para trás e entra em Lisboa?
- Isso mesmo.
- E como entra em Lisboa?
- Por uma nova ponte que vão fazer.
- Uma ponte ferroviária?
- E rodoviária também: vai trazer mais uns vinte ou trinta mil carros todos os dias para Lisboa.
- Mas isso é o caos, Lisboa já está congestionada de carros!
- Pois é.
- E, então?
- Então, nada. São os especialistas que decidiram assim.
Ela ficou pensativa outra vez. Manifestamente, o assunto estava a fasciná-la.
- E, desculpa lá, esse TGV para Madrid vai ter passageiros? Se a auto-estrada está deserta...
- Não, não vai ter.
- Não vai? Então, vai ser uma ruína!
- Não, é preciso distinguir: para as empresas que o vão construir e para os bancos que o vão capitalizar, vai ser um negócio fantástico! A exploração é que vai ser uma ruína - aliás, já admitida pelo Governo - porque, de facto, nem os especialistas conseguem encontrar passageiros que cheguem para o justificar.
- E quem paga os prejuízos da exploração: as empresas construtoras?
- Naaaão! Quem paga são os contribuintes! Aqui a regra é essa!
- E vocês não despedem o Governo?
- Talvez, mas não serve de muito: quem assinou os acordos para o TGV com Espanha foi a oposição, quando era governo...
- Que país o vosso! Mas qual é o argumento dos governos para fazerem um TGV que já sabem que vai perder dinheiro?
- Dizem que não podemos ficar fora da Rede Europeia de Alta Velocidade.
- O que é isso? Ir em TGV de Lisboa a Helsínquia?
- A Helsínquia, não, porque os países escandinavos não têm TGV.
- Como? Então, os países mais evoluídos da Europa não têm TGV e vocês têm de ter?
- É, dizem que assim entramos mais depressa na modernidade.
Fizemos mais uns quilómetros de deserto rodoviário de luxo, até que ela pareceu lembrar-se de qualquer coisa que tinha ficado para trás:
- E esse novo aeroporto de que falaste, é o quê?
- O novo aeroporto internacional de Lisboa, do lado de lá do rio e a uns 50 quilómetros de Lisboa.
- Mas vocês vão fechar este aeroporto que é um luxo, quase no centro da cidade, e fazer um novo?
- É isso mesmo. Dizem que este está saturado.
- Não me pareceu nada...
- Porque não está: cada vez tem menos voos e só este ano a TAP vai cancelar cerca de 20.000. O que está a crescer são os voos das low-cost, que, aliás, estão a liquidar a TAP.
- Mas, então, porque não fazem como se faz em todo o lado, que é deixar as companhias de linha no aeroporto principal e chutar as low-cost para um pequeno aeroporto de periferia? Não têm nenhum disponível?
- Temos vários. Mas os especialistas dizem que o novo aeroporto vai ser um hub ibérico, fazendo a trasfega de todos os voos da América do Sul para a Europa: um sucesso garantido.
- E tu acreditas nisso?
- Eu acredito em tudo e não acredito em nada. Olha ali ao fundo: sabes o que é aquilo?
- Um lago enorme! Extraordinário!
- Não: é a barragem de Alqueva, a maior da Europa.
- Ena! Deve produzir energia para meio país!
- Praticamente zero.
- A sério? Mas, ao menos, não vos faltará água para beber!
- A água não é potável: já vem contaminada de Espanha.
- Já não sei se estás a gozar comigo ou não, mas, se não serve para beber, serve para regar - ou nem isso?
- Servir, serve, mas vai demorar vinte ou mais anos até instalarem o perímetro de rega, porque, como te disse, aqui acredita-se que a agricultura não tem futuro: antes, porque não havia água; agora, porque há água a mais.
- Estás a dizer-me que fizeram a maior barragem da Europa e não serve para nada?
- Vai servir para regar campos de golfe e urbanizações turísticas, que é o que nós fazemos mais e melhor.
Apesar do sol de frente, impiedoso, ela tirou os óculos escuros e virou-se para me olhar bem de frente:
- Desculpa lá a última pergunta: vocês são doidos ou são ricos?
- Antes, éramos só doidos e fizemos algumas coisas notáveis por esse mundo fora; depois, disseram-nos que afinal éramos ricos e desatámos a fazer todas as asneiras possíveis cá dentro; em breve, voltaremos a ser pobres e enlouqueceremos de vez.
Ela voltou a colocar os óculos de sol e a recostar-se para trás no assento. E suspirou:
- Bem, uma coisa posso dizer: há poucos países tão agradáveis para viajar como Portugal! Olha-me só para esta auto-estrada sem ninguém!"

domingo, 20 de setembro de 2009

O que eu já desconfiava... H1N1

Percam 10 minutos do vosso tempo, e assistam a este documentário.


O dinheiro está sempre acima das nossa vidas...

De lamentar

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Review Moby


Desculpem o atraso, mas tive uma semana um pouco atribulada, o que não me permitiu vir até ao meu cantinho cibernautico actualizar isto.

Tal como prometi, vou fazer uma ligeira review do concerto do Moby no Parque da cidade.

Chegamos ao recinto por volta das 22.30, mesmo no fim do concerto de slimmy (graças a Deus), pouco depois, por volta das 22.40h deu-se inicio ao concerto. Na hora da nossa chegada, o recinto encontrava-se 3/5 cheio, o que até achei estranho, mas justifiquei o mesmo com as pessoas que foram todo o dia assistir ao red bull air race, não tendo grande vontade de sair à noite. Bilhetes a 15e pre-venda e 20e no dia até era bastante acessivel. Mas pronto, voltando ao concerto, e ja ter comemorado a chegada ao recinto com umas regadelas de superbock começou o concerto, ficamos mais ao menos a 20/30 metros do palco, onde a magia aconteceu ao melhor estilo de moby. Eu estava a contar com um grande concerto, mas não que fosse tão arrepiante. O som tinha uma qualidade soberba, e o proprio show de luzes era o máximo, moby apresentou-se na companhia de joy malcolm, provavelmente uma das melhores vozes que já ouvi ao vivo, duas violinistas, 2 teclistas, no qual uma era kelli scarr que também cantava, e de que maneira, um baterista e uma grande baixista, Alice se não me engano. Para meu agrado, o concerto foi 80% Play, 10% 18 e Hotel, e os outros 10% foram dedicados a temas do novo album, e temas mais antigos, tal como GO!. Moby tem uma capacidade surpreendente de falar com o público, explicava muitas vezes o porquê de certos temas, e aproveitava sempre para os dedicar a alguém. Lá por meio do concerto, Moby aínda encontrou um tempinho para enxuvalhar George Bush, de forma bastante inteligente, e agradeceu e dedicou a "Lift me up" a todos que nos 8 anos de mandato dele, nao viraram as costas à América.

Vários momentos interessantes surgiram durante o concerto, um deles foi quando por alguma razão a vocalista Joy Malcolm começou a chorar, foi um momento bastante emocionante, não sei o porquê, mas acredito que a faixa em q foi tenha um sentimento especial reservado para ela.

Outro momento grande da noite foi a "Honey" que durou aí uns 12 minutos. Foi fantástico. O concerto terminou com um bom velho techno, estilo 90's fins de 80, muito ao estilo Moby.

De referir que entretanto o recinto encheu, e falava-se em 20.000 pessoas.

Aconselho vivamente quando tiverem oportunidade assistir a um concerto deste génio da Música. Foi o melhor concerto da minha vida.

Quanto ao q se seguiu? Pedro Cazanova a tocar os hits de verão todos seguidos de A-Z acabando num Tech House, penso que um pouco demasiado fora da onda dele. Era terreno em que mais valia ter estado quieto. Todos nós sabemos qual é a verdadeira onda dele :)


Agradeço às pessoas que me acompanharam, e ao sr. Lenny que me deu estadia.

MOBY!!! VOLTA!!! hehe


( O Sixty diz que a Joy Malcolm chorou, por não regressar a NY com eles.) lol

sábado, 12 de setembro de 2009

Moby


Hoje vou realizar um dos meus sonhos, ver um espetaculo de Moby!

Espero que oiça bastante do play.

Amanhã já conto mais :P

sábado, 5 de setembro de 2009

É já amanhã!

Não se esqueçam de amanhã ao fim da tarde se apresentarem aqui:




para ver estes gajos aqui:




Conto convosco!

terça-feira, 1 de setembro de 2009

MAH NA MAH NA FEVER!!!





E AGORA!O MELHOR DE TODOS! CUSPI UM PERSA QUANDO VI ISTO :D